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Europa

Comissão Europeia recomenda adesão da Ucrânia à União Europeia

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Comissão Europeia recomendou nesta quarta-feira (08/11) a abertura de negociações formais para a adesão da Ucrânia à União Europeia (UE). Na mesma decisão, o Executivo europeu deu ainda aval para o início deste mesmo processo com Moldávia, vizinha da Ucrânia, e Bósnia-Herzegovina, além de sugerir a concessão do status de país candidato à Geórgia.

Hoje é um dia histórico porque hoje a Comissão recomenda que o Conselho inicie negociações de adesão com a Ucrânia e a Moldávia.

anunciou a presidente do Executivo europeu, Ursula von der Leyen, em Bruxelas.

A Comissão Europeia recomendou ainda que o processo tenha início assim que Kiev satisfaça as condições remanescentes referentes ao aumento do combate à corrupção, à adoção de uma lei sobre lobby em conformidade com normas da UE e ao reforço da segurança de minorias.

A recomendação é um marco importante no caminho de Kiev para a integração ocidental, além de ser uma aposta geopolítica do bloco devido à guerra que se arrastou no país após a invasão da Ucrânia pela Rússia em fevereiro de 2022. Os líderes do bloco devem decidir se aceitam ou não a proposta durante uma cúpula prevista para dezembro.

Completar a União é o chamado da história. Completar a União tem também um forte impacto econômico e na lógica geopolítica. Adesões passadas demonstraram os benefícios enormes tanto para os países em vias de adesão quanto para a UE. Nós todos temos a ganhar.

destacou Von Der Leyen.

Em meados de 2022, os Estados-membros da UE adotaram uma decisão histórica ao conceder o status de candidatos à Ucrânia e à Moldávia, que se juntaram a um grupo de países que desejam fazer parte do bloco, como Turquia, Albânia e Sérvia. Algumas dessas nações aguardam na ‘fila de espera' há anos.

Para fazerem parte da UE, os países precisam preencher vários requisitos políticos e econômicos. Qualquer Estado europeu que respeite os valores democráticos comunitários e esteja empenhado em promovê-los pode se candidatar à adesão, mas deve para isso passar por um processo de negociações formais – que precisa do aval de todos os países membros do bloco –, seguido de reformas judiciais, administrativas e econômicas

Nelsir Luterek

Empresário, colunista, especialista em TI, mentor, CTO e consultor estratégico em inovação.

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